É frequente perguntarem qual a diferença entre eletroencefalograma clínico e ocupacional. Vamos descrever aqui as vantagens do eletroencefalograma ocupacional para empresas de medicina ocupacional.

O que é eletroencefalograma?

Eletroencefalograma é um exame solicitado por um neurologista, clínico ou médico do trabalho, utilizado para avaliar a atividade elétrica do nosso cérebro. Para a Medicina do trabalho ele tem a função de descartar doenças epilepticas em exames admissionais, periódicos, demissionais.

É muito frequente pacientes procurarem os serviços de saúde com queixas de tontura, dor de cabeça, desmaios, convulsão, história de ataques epilépticos concluídos como diagnóstico por outros médicos e ficarem na dúvida se trata de um problema sério na cabeça ou é apenas queixas de problemas psicológicos como depressão que atinge uma porcentagem significativa da população.

Dentre as investigações feitas pelo médico está o pedido do exame de eletroencefalograma e tomografia computadorizada de crânio. Então é nesse momento que começa a busca por serviços que realizem estes exames.

Qual a diferença entre eletroencefalograma Clínico e Ocupacional?

1- Eletroencefalograma Clínico

Este exame é realizado para investigação e acompanhamento de doenças cerebrais em consultórios de neurologistas, clínicos gerais, em que o paciente teve queixas relacionadas ao sistema nervoso central, como epilepsia, convulsões, crise parcial complexa, ataques em que o paciente fica se debatendo.

2- Eletroencefalograma Ocupacional

Já o eletroencefalograma ocupacional é feito em trabalhadores saudáveis que irão assumir atividades de risco em empresas. Existem normatizações que indicam a necessidade desse exame para atividades de risco para o funcionário e para os demais envolvidos.

Como exemplos, podemos citar os motoristas, trabalhadores em altura com pintores, serventes, auxiliares da construção civil, pilotos de aviões.